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Quanto custa a sustentabilidade?
28
abr 2017

Quanto custa a sustentabilidade?

O cenário mundial aponta para uma necessidade urgente da vida moderna: a racionalização do uso dos recursos naturais. Na setor habitacional, muito se fala nas formas alternativas para geração de energia elétrica, reaproveitamento da água da chuva, tratamento adequado de resíduos e outros. Porém, o assunto costuma assustar o bolso dos consumidores.

São itens que, sem dúvida, geram uma grande economia a longo prazo. Entretanto, exigem um investimento inicial significativo (seja a partir de recursos próprios, seja a partir de linhas de financiamentos e incentivos que o morador irá pagar de forma parcelada). E isso acaba desestimulando a adoção de sistemas que geram economia ao consumidor e preservam o meio ambiente.

O grande problema está ainda nos altos custos de implantação e manutenção de placas fotovoltaicas, sistemas hidráulicos mais inteligentes, dispositivos de menor consumo energético etc. Porém, quando implementadas de uma forma estratégica e com uma visão de futuro, são soluções legitimamente sustentáveis, aliando a economia com a preservação dos recursos naturais.

No Olympic Home & Resort, por exemplo, um condomínio de alto padrão e localizado em uma das áreas mais nobres de Porto Alegre, foram usadas tecnologias de ponta nos projetos de iluminação, hidráulica e geração de energia elétrica (além das placas fotovoltaicas, ele conta também com gerador que funciona com gás natural). E isso, inclusive, rendeu ao empreendimento certificação do Inmetro em Eficiência Energética – selo “A”.

Assim, mesmo oferecendo uma infraestrutura sofisticada, moderna e repleta de áreas de lazer (piscinas, salões de festas, espaços infantis, sala de cinema, sala de estudos, entre outros), os custos dos condôminos ficam muito abaixo da média de mercado, se comparados com os gastos gerados em condomínios com padrões semelhantes ou inferiores.

A média da taxa de condomínio do Olympic Home & Resort fica em torno de R$ 300,00, abaixo da média de Porto Alegre. Isso porque as despesas fixas com energia e água, grandes vilões da conta do condomínio, são bastante reduzidas. Além disso, o morador não tem despesas extras para a implementação de tecnologias. Tudo já foi planejado e estudado à exaustão para oferecer aos condôminos o que há de mais moderno, sem impactar no preço final do imóvel.

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